Ryan Gosling é um ator de muitos atributos profissionais. Versátil, o cara consegue transitar bem entre dramas e comédias com a mesma intensidade e competência comprovadas por suas [quase sempre] certeiras escolhas no cinema. Todo mundo já sabe disso e não é de agora que algum comentário elogioso ligado tanto a seu talento quanto beleza pipocam por aí e irão continuar a aparecer, mas hoje queria falar sobre outro Ryan, o Ryan cool.
Editoria | Cotidiano
Com entrada franca na próxima sexta-feira dia 7 de Outubro, às 20h, acontece no Instituto Moreira Salles, palestra sobre o polêmico e controverso cineasta Lars von Trier. Peter Schepelern, professor de cinema na Universidade de Copenhague, ministra a discussão com focos no estilo narrativo e temas presentes nos trabalhos do diretor. Durante a palestra serão exibidos trechos de seus filmes. Esse ano, von Trier causou muita polêmica no Festival de Cannes, ao informar no lançamento de seu mais recente trabalho ‘Melancolia’ ser simpatizante de Hitler e o nazismo.
Paulo caminha entre os carros para conseguir vender (Foto: Diego Bellizzi) |
Uma tarde de sábado ensolarada com os termômetros marcando 40º. Um dia perfeito para o carioca, mais precisamente para os moradores da Barra da Tijuca. Passando de carro, talvez a caminho da praia ou para almoçar em um dos vários restaurantes renomados, não importa o destino, a parada é certa. O sinal de trânsito está vermelho. Caminhando entre os carros, vendendo seus produtos, eles se arriscam na ilegalidade e são um dos assuntos mais discutidos entre os cidadãos desse bairro da zona oeste.
Em 2007 o Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico), órgão ligado à Prefeitura de São Paulo, vetou um projeto ousado que visava a recuperação financeira do Masp (Museu de Arte de São Paulo), um dos mais importantes museus do país que se afundou em dívidas devido a cegueira administrativa de seus diretores.
O projeto, que contaria com a ajuda da operadora de celular Vivo, previa a reforma do prédio Dumont-Adams, vizinho ao museu, para abrigar uma escola de arte e a construção de uma torre com um mirante para visitação. Na época o órgão alegou que tal projeto “tiraria a atenção” do Masp, que é tombado pelo patrimônio histórico.

